Sex and the city à minha volta - parte I
Estou numa fase em que parece que todas as minhas amigas, incluindo eu, estão com os hormônios em ebulição e já poderíamos ter nossa própria série "mulherzinha".

Uma das minhas amigas começou a namorar há uns três ou quatro meses atrás e por tudo que já rolou a impressão que tenho é que a história rola há pelo menos um ano. No segundo encontro ela se comoveu porque ele estava devolvendo o apartamento e não tinha para onde ir, então ela o levou para sua casa, o que obviamente fez todos os amigos acharem uma decisão precipitada.

Isso não me comove muito, já que meus pais foram morar juntos no dia em que se conheceram e estão lá, juntos até hoje.

Entre tantas pessoas contra, eu com minha alma mediadora (que ando odiando nos últimos tempos) falei que ela deveria fazer o que estava afim. Pois bem, ela se jogou e pouco mais de dois meses depois já estava arrependida.

O cara era um controlador de mão cheia, encanava com qualquer roupa que ela vestia, comia, fazia e neste mesmo período todos os amigos dela já não tinham mais paciência com o ser, inclusive a própria. A história virou um drama mexicano, com direito a ela fugir da sua própria casa e o largar por lá com sua roommate, o que obviamente não agradou à sua amiga e a história ganhou pitadas mais dramáticas ainda.

Não demorou muito para eles reatarem e ele voltar a "pseudo" morar com ela, já que sua roommate não estava mais afim de dividir a casa com uma terceira pessoa. O namoro segue com altos e baixos e várias regras. Na maioria das vezes ela sai somente escondida, porque tal ato pode resultar em crises homéricas.

E eu, solteira e em busca de alguém para fazer meu coração bater mais forte e minhas pernas tremerem, assisto de camarote e sinto-me aliviada em estar sozinha e não ter que administrar uma relação tão conturbada. Fico com preguiça.

Escrito por Desiree às 15h26
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