Dia dos Namorados
2008 está sendo um ano movimentado. Passei dois meses na fossa, me apaixonei umas duas vezes, me interessei por uns 3 seres diferentes, dei uns bons amassos num moço que foi considerado modelo revelação de 2007 e a vida sexual vai bem obrigada.

Claro que essa intensidade faz com que aconteçam histórias surreais. Tenho algumas. De acordo com o OMS eu sou uma pessoa promíscua (pesado isso, não?). Na minha singela opinião eu sou uma brasileira de fé. Como constatei em "Sex and the City", nas diversas rodas femininas e nas minhas conversas secretas com meu travesseiro, estamos sempre em busca de alguém.

Batemos o pé, juramos que não, que estamos bem, obrigada, mas lá no fundinho lamentamos nossas decepções, o fato de ter acreditado em alguém que não nos deu a mínima, a ligação que esperamos e não rolou, não ter existido o "dia seguinte".

Ontem foi dia dos namorados. Dia cruel para quem está sozinha que fica vendo flores desfilando na sua frente, ligações românticas, declarações por todos os cantos e aí o jeito é cantarolar e pensar no momento suicida que parece se aproximar. Como disse um amigo: O dia dos namorados foi criado para que todas as mulheres solteiras ficassem deprimidas e todos os homens as pegassem mais facilmente.
Eu tive um convite para jantar, mas achei comprometedor demais para a data e preferi me lançar à outras aventuras. O saldo eu ainda estou analisando, mas já sei que será negativo.

E entre os altos e baixos, a pele está boa e no momento é o que importa, mas atualmente odeio casais felizes, eu já disse isso hoje?

Escrito por Desiree às 23h39
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